O ministro Gilmar Mendes chegou a
ironizar o entendimento entre os dois e afirmou que já há regras para
serem executadas, que foram estabelecidas no processo de impeachment do
ex-presidente e senador Fernando Collor (ex-PTB-AL), em 1992, quando a
proposta do ministro Celso de Mello foi adotada pelo STF.
“(É necessário um roteiro)? Do momento
que vai servir café, servir água ou coisas desse tipo? Até porque já
teve um roteiro de autoria do ministro Celso de Mello. Eu tinha
entendido até que isso já tinha sido resolvido. Mas pode ser que tenha
que detalhar?”, questionou.
“É só repetir aquele roteiro que o
ministro Celso apresentou que se diz que foi elaborado aqui. Mas do que
isso me parece… a não ser que vá se detalhar o momento de ir ao
banheiro”, completou.
Para o ministro Luiz Edson Fachin, os
“balizas” do rito já foram fixadas pelo STF no julgamento de dezembro de
2015, quando discutiu regras para o processo de impeachment de Dilma.
Fachin evitou comentar a decisão de Lewandowski.
“Teoricamente as coisas na decisão da
ADPF (ação discutida em dezembro) receberam uma indicação, como eu já
disse no voto. Aquele pronunciamento é a diretriz básica, porque lá o
Supremo examinou a lei, a Constituição, o regimento da Câmara e do
Senado, de algum modo. Então a baliza básica é a mesma. A maioria do
Supremo indicou naquela direção”, disse.
Hoje, 20/4, o deputado Waldir Maranhão levou uma vaia estrondosa no Aeroporto do Tirirical, em São Luís.
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