PMDB - 5 vagas
Raimundo Lira (PMDB/PB)
Indicado pelo PMDB para presidir a Comissão do Impeachment no Senado,
Raimundo Lira está na sua segunda legislatura como Senador. Ele já
havia ocupado o cargo entre os anos de 1987 a 1994. À época, ele foi
eleito pelo PMDB. Mas em 1989, foi para o PRN (partido no qual Fernando
Collor se elegeria presidente). Em 1994, tentou a reeleição pelo PFL e
perdeu. Depois deste período, ficou afastado da política. Em 2010, ele
entrou como suplente de Vital do Rêgo Filho. Lira assumiu a cadeira no
Senado após Vital ir para o TCU em 2014.
Rose de Freitas (PMDB/ES)
Mineira de nascimento, Rose de Freitas está no Senado representando o
estado do Espírito Santo desde 2015 (eleita). Antes, ela havia sido
eleita em diversas outras cadeiras. Em 1982, foi deputada estadual pelo
PMDB. Em 1986, virou deputada federal. No meio do mandato vai para o
PSDB. Se reelegeu em 1990 e perdeu as eleições estaduais em 1994. Rose
acabou voltando à Câmara dos Deputados como suplente em 1998 e como
titular em 2002. Em 2006, ela voltou ao PMDB e conseguiu se reeleger em
2006 e 2010.
Simone Tebet (PMDB/MS)
Simone é filha do ex-presidente do Senado Ramez Tebet (que morreu em
2006). Com 46 anos, ela está na primeira legislatura como Senado, mas
tem um currículo longo dentro de Mato Grosso do Sul. Foi eleita deputada
estadual em 2002, prefeita de Três Lagoas (MS) em 2004 e 2008 e
vice-governadora do estado em 2010.
Dário Berger (PMDB/SC)
Convocado para a Comissão de última hora, na vaga de José Maranhão
(PMDB/PB), Dário Berger foi ex-prefeito das cidades de São José
(1997-2004) e Florianópolis (2005-2012). Antes de integrar o PMDB, ela
era do PFL. Além de político (desde 1989), Berger é administrador de
empresas.
Waldemir Moka (PMDB/MS)
Senador desde 2011 por Mato Grosso do Sul, Waldemir Moka começou a
carreira política em 1983 quando foi vereador em Campo Grande. Depois,
ele virou deputado estadual por três mandatos em Mato Grosso do Sul. Em
1999, se elegeu deputado federal e foi reeleito por duas vezes. Todas as
eleições de Moka foi representando o PMDB. Além de político, ele é
médico.
Bloco Parlamentar da Oposição (PSDB-DEM-PV) - 4 vagas
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP)
Um dos nomes mais forte do PSDB atualmente, Aloysio Nunes lutou
contra a Ditadura Militar e chegou a ser exilado do país por participar
de movimentos contrários ao regime. Depois de ser filiado ao PCB, ele
ajudou a fundar o PMDB e entrou no PSDB em 1997. Foi ministro do governo
Fernando Henrique Cardoso. É Senador desde 2007 e em 2014 foi vice de
Aécio Neves na disputa da Presidência da República.
Antonio Anastasia (PSDB/MG)
Ex-governador de Minas, Antonio Anastasia trabalhou por mais de dez
anos na administração pública do estado e do Governo Federal antes de
entrar para a política. A primeira eleição foi como vice da chapa de
Aécio Neves (também senador por Minas Gerais) em 2006. Com a saída de
Aécio para concorrer ao Senado, Anastasia assumiu o governo. Em 2010,
ele foi reeleito. Ficou como governador até 2014, quando se elegeu
Senador.
Cássio Cunha Lima (PSDB/PB)
Filho do ex-governador Ronaldo Cunha Lima, Cássio tem uma extensa
carreira política na Paraíba. Além da eleição para o Senado, em 2014,
ele já acumulou três eleições para prefeito de Campina Grande e duas
eleições para governador do estado. Na última vez que foi governador,
ele acabou cassado por irregularidades nas eleições. Cunha Lima começou a
carreira política no PMDB. Em 2001, ele foi para o PSDB, partido que
está até hoje.
Ronaldo Caiado (DEM/GO)
Senador desde 2015 (e eleito em 2014), Caiado teve a primeira
aparição política como candidato à Presidência da República. Ele
concorreu ao cargo em 1989, quando ficou em 10º lugar. No ano seguinte,
foi eleito deputado estadual. Ele ficou no cargo por cinco legislaturas.
Caiado é um dos líderes da bancada ruralista no Congresso. Em seu site
oficial, há a informação de que ele foi o criador oficial da bancada.
Bloco de Apoio ao Governo (PT-PDT) - 4 vagas
Gleisi Hoffmann (PT/PR)
Senadora pelo Paraná desde 2011, Gleisi Hoffman se filiou ao PT em
1989. Durante alguns anos, trabalhou na administração pública no Paraná
(inclusive Itaipu) e Mato Grosso do Sul. Em 2006, tentou eleição para o
Senado, mas perdeu. Em 2008, tentou a disputa pela Prefeitura de
Curitiba, mas também foi derrotada. Em 2011, Gleisi virou ministra-chefe
da Casa Civil, cargo que ficou até 2014. Ela é uma das investigadas na
Operação Lava-Jato.
Lindbergh Farias (PT/RJ)
Senador desde 2011, Lindberg Farias já havia ocupado os cargos de
prefeito de Nova Iguaçu e deputado federal pelo Rio de Janeiro. O
senador, que foi um dos símbolos do movimento dos caras pintadas, foi
filiado ao PC do B e ao PSTU antes de entrar no PT em 2011. Lindberg
também é investigado na Operação Lava-Jato.
José Pimentel (PT/CE)
Bancário aposentado, Pimentel é senador desde 2011, José Pimentel
havia sido, por quatro oportunidades, deputado federal pelo Ceará. Em
2008, ele assumiu o Ministério da Previdência Social do governo Lula.
Pimentel ficou por dois anos no cargo. Atualmente, ele é líder do
governo no Congresso Nacional.
Telmário Mota (PDT/RR)
Autodenominado o “senador do povo”, Telmário Mota tem uma carreira
política relativamente curta. Antes de ser Senador, o único cargo
político que havia ocupado foi o de vereador de Boa Vista (RR), entre
2007 e 2010. Em 2008, ele tentou a Prefeitura da cidade, mas perdeu. Em
2011, foi derrotado nas eleições para o Senado. Telmário foi bancário e é
formado em economia.
Bloco Parlamentar Socialismo e Democracia (PSB-PPS-PCDOB-REDE) - 3 vagas
Fernando Bezerra Coelho (PSB/PE)
Foi eleito deputado estadual em 1982. Em 1986 e 1990, elegeu-se
deputado federal. Em 1992, chegou à Prefeitura de Petrolina, que voltou a
ocupar após vencer os pleitos de 2000 e 2004. Em 2007, assumiu a
Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco no governo Eduardo
Campos. A partir de 2011, foi ministro da Integração Nacional, no
primeiro mandato de Dilma Rousseff, até outubro de 2013. Assumiu a vaga
no Senado de Jarbas Vasconcelos, após ser eleito em 2015. O senador é
um dos investigados na Operação Lava Jato.
Romário (PSB/RJ)
Romário é, muito provavelmente, o mais conhecido dos senadores na
atualidade. Antes de ocupar a cadeira no Congresso, ele foi campeão
mundial pela Seleção Brasileira de futebol em 1994 e melhor jogador do
mundo. A mudança dos campos para a política veio em 2011, quando foi
eleito deputado federal. Ele ocupa o cargo de senador desde 2015. Dentro
do Congresso, preside a CPI do Futebol.
Vanessa Grazziotin (PC do B/AM)
É filiada ao PCdoB desde 1980. Foi vereadora em Manaus entre 1989 e
1999 e deputada federal por três mandatos consecutivos — de 1999 a 2011,
quando elegeu-se ao Senado. Ocupa a função de primeira procuradora
especial da Mulher no Senado. É líder do PCdoB e titular de 13 comissões
e conselhos na Casa.
Bloco Parlamentar Democracia Progressista (PP-PSD) - 3 vagas
Ana Amélia (PP/RS)
Foi eleita pelo Rio Grande do Sul em 2010, com 3,4 milhões de votos. É
titular de 7 comissões -- entre as quais estão a Comissão Permanente
Mista de Combate à Violência contra a Mulher; a Comissão de Agricultura e
Reforma Agrária e a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. É
, ainda, suplente de 3 outras. Exerce a função de vice-presidente da
Comissão de Educação, Cultura e Esporte e integra a Representação
Brasileira no Parlamento do Mercosul. Em 2014, concorreu ao governo
gaúcho.
José Medeiros (PSD/MT)
José Medeiros assumiu cadeira no Senado por ser primeiro suplente de
Pedro Taques, empossado governador de Mato Grosso em 2015. Chegou a ser
candidato a deputado federal pelo PPS em 2010, mas acabou desistindo
para compor a suplência de Pedro Taques na disputa pelo Senado. Antes de
assumir a cadeira na Casa, Medeiros foi presidente do PPS em
Rondonópolis (MT). Em março de 2016, filou-se ao PSD.
Gladson Cameli (PP/AC)
Em sua carreira política, já foi filiado ao PFL e ao PPS. Em 2006, no
PP, foi eleito deputado federal, sendo reeleito quatro anos depois.
Conquistu a vaga de senador com 58,37% dos votos válidos e assumiu a
vaga de Anibal Diniz. É investigado na Operação Lava Jato da Polícia
Federal.
Bloco Moderador (PTB-PR-PSC-PRB-PTC) - 2 vagas
Wellington Fagundes (PR/ MT)
Foi, por seis mandatos, deputado federal antes de ser eleito senador.
No último pleito, em 2014, Wellington Fagundes foi eleito senador da
República, com 646.344 votos e assumiu a vaga de Jayme Campos. É
vice-líder do Governo, líder do Partido da República no Senado,
presidente da Comissão Senado do Futuro - CSF - e presidente da Frente
Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem (Frenlog).
Zezé Perrella (PTB/MG)
José Perrella de Oliveira Costa é empresário e chegou ao Senado em
2011, após a morte do titular do mandato, Itamar Franco. Sua vida
pública está ligada à presidência do Cruzeiro Esporte Clube, exercida de
1995 a 2002 e de 2009 a 2011. Foi eleito deputado federal em 1998 pelo
PFL e deputado estadual em 2006 pelo PDT. Desde março de 2016 está no
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

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