O governador Flávio Dino, do PCdoB, precisa decidir se vai mesmo
fazer a "defesa constitucional" da presidente Dilma Rousseff, do PT, ou
se vai abrir caminho para o discurso do PSDB, principal partido
adversário do governo petista, e do Solidariedade, legenda que abriga o
secretário de Indústria e Comércio no Maranhão, Simplício Araújo.
"Apesar da conjuntura econômica adversa, no primeiro quadrimestre de
2015 foram abertas 9.100 empresas no Maranhão", atacou o governador
aliado da presidente, tocando no calcanhar de Aquiles
do governo do PT: o
desempenho fraco da economia brasileira, que gerou o aumento histórico
do desemprego e perda da renda.
Embora a primeira vista o comunista pudesse estar se referindo ao
antigo governo do Maranhão, coube ao Blog do Palácio dos Leões
esclarecer a quem Dino se referia, e ainda protagonizar um ataque
companhado de uma especie de provocação. Logo no início do texto, foi
dado destaque ao secretário Simplício Araújo, que recentemente fez campanha aberta pelo impeachment de Dilma Rousseff.
"Mesmo tendo assumido o governo do Estado diante de uma crise
econômica de amplitude nacional, o governador Flávio Dino ressalta que
nestes primeiros quatro meses de 2015 houve um aumento no registro do
número de empresas abertas no Maranhão", diz o trecho, lembrando
novamente dos números acanhados do crescimento econômico do governo
petista.
O ataque de Dino e a permissão dada para que a Comunicação também
atacasse o governo Dilma Rousseff deve abrir uma crise entre o PT e o
PCdoB no campo nacional.

Empregos fantasmas e morte de ex-servidor pesam contra gestão de Humberto Coutinho
ResponderExcluirServidor por 22 anos da Assembleia, Lambreta morreu horas depois de receber do coronel de Caxias a informação de que não seria reativado nos quadros da Casa
12/05/2015 17h58min - Atualizado em 12/05/2015 18h05min
Yuri Almeida PUBLICADO POR
YURI ALMEIDA
Pesou forte contra o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado coronel Humberto Coutinho, do PDT, a morte do ex-servidor Carlos Alberto Pereira, mais conhecido como Lambreta, que tinha 22 anos de serviço no Poder Legislativo.
Cargo em comissão, o ex-servidor havia sido exonerado quando Coutinho assumiu a Presidência da Casa, mas aguardava seu retorno aos quadros da AL, por promessa do próprio pedetista. Na noite dessa segunda-feira (11), porém, horas depois de ouvir do presidente da Assembleia que não havia mais possibilidade de sua nomeação, Lambreta sofreu um infarto fulminante.
O fato lamentável chocou os funcionários e servidores da Assembleia.
Pobre, trabalhador e sem padrinhos políticos, Lambreta não teve a mesma sorte que amigos e aliados de Humberto Coutinho, que ganharam altos cargos na Casa do Povo, mesmo sem precisar ir trabalhar.
Um dos fantasmas é o ex-deputado Rubens Pereira, o Rubão, pai do deputado federal Rubens Pereira Júnior, do PCdoB. Raposa velha, Rubão tem se ocupado em fazer políticas na região de São Bento, mas abocanha altas somas de dinheiro público desde o início da atual legislatura ocupando o cargo-fantasma de Diretor Institucional da Casa.
Além de Rubão, quem também não encontrou dificuldades para voltar para a Assembleia foi o ex-deputado e empresário do mercado de empréstimos Marcos Caldas. Por lá, ele responde, no papel, como Diretor Geral Ajunto, onde garfa um salário de simbologia Isolado, um dos mais bem pagos daquele Poder.
Embora em cargo menor, quem também recebeu mais atenção de Humberto Coutinho que o ex-servidor Lambretinha foi a ex-deputada Pryscila Sá. De cargo e simbologia menor que os dois primeiros, Sá nunca precisou vir trabalhar para levar os quase R$ 14 mil que recebe por mês sem precisar sair de Presidente Dutra, onde sua família mantém um curral eleitoral.
Ex-chefe de Lambreta, o ex-deputado Aderson Lago, pai do secretário de Transparência e Controle, Rodrigo Lago, também recebe de forma imoral e como fantasma na gestão de Coutinho. O cargo e o salário é próximo ao ocupado gasparzinhamente por Pryscila, e vai parar em uma casa de jogos que Lago, viciado, mantém no bairro do Calhau, um dos mais luxuosos da capital do Maranhão.
Enquanto levava Lambreta com a barriga, o coronel de Caxias ainda empregou na Assembleia Legislativa do Maranhão o presidente estadual do PRTB, João Câncio; a ex-primeira-dama Alexandra Tavares, hoje Trovão; e o presidente do Diretório Municipal do PT, Fernando Magalhães.
Assim como os ex-deputados, nenhum precisar ir trabalhar.
Bando de políticos malditos Mais o povo não criam vergonha elegem esses desgraçados de 4 em 4 anos. Agora de 6 em 6 anos. Na minha cidade zeladores, porteiros ganham R$ 300,00. Querem mais?
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Bandidagem celada pelo eleitor. Quem vota merece! Tolerar quatro anos já terrível imagine 5 amos! Qui safadeza!
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